Foi suspensa, por intermédio da Defensoria Pública do Estado, a reintegração de posse de um terreno reivindicado pela Suzano Papel e Celulose (ex-Fibria e ex-Aracruz Celulose) em Linhares. Conhecido como Fazenda Nossa Senhora da Saúde, o espaço abriga, desde 2016, 180 famílias acampadas, totalizando cerca de 540 pessoas.
Segundo o defensor público Vinícius Lamego, havia uma liminar em aberto, por isso, o juiz expediu mandado para cumprimento. Entretanto, a empresa estava em mesa de diálogo com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Um dos integrantes da direção estadual do MST, Marco Antônio Carolino, relata que as famílias construíram suas moradias no terreno, que o movimento chama de acampamento Paulo Damião 2. “O local tem produções coletivas e individuais, com alimentos para subsistência e destinação para cestas da reforma agrária na Grande Vitória, que são entregues em domicílio, além de doar parte para ações de solidariedade”, ressalta.
























































