As regras das eleições para vereador não privilegiam candidatos que obtiveram as maiores votações. Neste ano, 8 postulantes a uma vaga na Câmara Municipal de Linhares obtiveram mais votos que alguns dos eleitos, mas acabaram ficando de fora.
Isso porque, pelas regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a distribuição das vagas na Câmara Municipal é proporcional e feita em conta que leva em consideração o quociente eleitoral, divisão do número de votos válidos pela quantidade de vagas no Legislativo. Só elege vereador o partido que alcançar o quociente.
Depois, calcula-se o quociente partidário, obtido a partir da divisão da soma dos votos válidos de cada partido pelo quociente eleitoral.
O resultado indica o número de vagas que a sigla pode ocupar na Câmara. Portanto, os candidatos melhor votados dentro do partido preenchem as vagas.
Assim, mesmo com maior número de votos, muitos acabam ficando de fora e mantém-se na suplência.
Neste ano, o vereador eleito com menor número de votos foi Yupi Silva (PSB), que obteve 964 votos.
Veja abaixo os candidatos que conseguiram mais votos, porém, ficaram como suplentes:
* Cabo Bonadiman (PL) – 1.376 votos
* Gilson Lima (Podemos) – 1.346 votos
* Helinho (Progressistas) – 1.210 votos
* Bruno Fereguetti (Progressistas) – 1.184 votos
* Fabrício Lopes (Republicanos ) – 1.088 votos
* Gilson Gatti (MDB) – 1.059 votos
* Urbano Dávila (DC) – 1.021 votos
* Zaninha Scandian (PSDB) – 969 votos























































