A Secretaria Municipal de Saúde de Linhares registrou a primeira morte pelo novo coronavírus(COVID-19) no dia 9 de abril de 2020. Na época, a vítima foi o ex-professor e atual diretor da Escola Estadual”Emir de Macedo Gomes”, que fica no bairro Shell, Jocival Marchiori, de 55 anos, que faleceu por volta das 4h20 daquele dia.
Naquela ocasião, ele começou a sentir os primeiros sintomas da doença depois de uma viagem a São Paulo. Antes disso, no dia 29 de março, ele foi atendido no Hospital Geral de Linhares(HGL). No dia 30, teve de ser encaminhado ao Hospital Roberto Silvares, em São Mateus, onde ficou internado por dez dias e não resistiu. Ele tinha comorbidades, como hipertensão e diabetes.
Já o primeiro caso de Covid-19 confirmado em Linhares foi registrado no dia 16 de março de 2020. O paciente, na oportunidade, foi um professor da rede municipal de ensino, identificado como Admílson Reis dos Santos, de 53 anos, que contraiu a doença através de seu cunhado, que veio da Inglaterra, e com quem teve contato em Vila Velha, cujo teste confirmou a infecção pelo vírus.
Durante o período com a doença, ele não precisou ser hospitalizado. Admílson contou que mesmo depois de se curar da doença, os cuidados de prevenção são mantidos até hoje por ele.
Conforme dados do Painel Covid-19 da Sesa, consultados nesta quinta-feira(30), Linhares registrou 514 mortes causadas pela doença desde o início da pandemia. Atualmente, o município está há 98 dias sem óbitos.
BRASIL CHEGA A 700 MIL MORTES POR COVID
Pouco mais de três anos depois do primeiro caso de Covid-19 confirmado no Brasil, o país atinge mais uma triste marca: 700 mil vidas perdidas para a doença. Dados do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde apontam que o número foi ultrapassado na última terça-feira(28). São 700.329 mortes provocadas pelo coronavírus.
Em meio a esse número todo, há trajetórias de vidas interrompidas pela doença. Milhares de histórias encerradas no meio do caminho. Foram bebês, crianças, adolescentes, jovens e adultos que morreram em decorrência do mal. O quadro foi tão dramático que é possível dizer que não há pessoa no Brasil que não perdeu um ente querido ou que conheça alguém que morreu em função da Covid-19.























































